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Agora faço parte do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo - com muito orgulho, contribuir ainda mais para a nossa democracia

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PROJETO DE LEI 399/15 SOBRE LIBERAÇÃO DO USO MEDICINAL DA CANNABIS

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TODOS NÓS ESTAMOS EM FORMAÇÃO CONTÍNUA - ÓTIMOS ESTUDOS NA ESCOLA DO PARLAMENTO

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RETRATOS DE FAMÍLIA - MEMÓRIAS

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PROJETO INTERDISCIPLINAR “RETRATOS DE FAMÍLIA” Professor Me. Antônio Lúcio R. Assiz     “PERCURSO DE CRIAÇÃO DA ENTREVISTA”   Tiago Geraldo do Nascimento RGM: 27127222   Assim que tive contato com a ementa desse trabalho acadêmico, um mar de possibilidades desaguou sob meus insights criativos. Um tema tão potente como esse, me provoca enquanto ser relacional, me aguça pelas raízes culturais e sobretudo o elo de amor estabelecido em meus 37 anos de vida. Minhas mais singelas memórias afetivas da infância, advém de gestos de amor, praticados pela minha entrevistada.   Decidi entrevistar minha tia materna, Senhora Valdemira Alves da Silva, de 74 anos, mulher que cuidou de mim de 0 aos 10 anos, durante todo o dia, enquanto minha mãe trabalhava, exaustivamente, para sustentar a casa. Sempre fomos de família muito humilde; migrante nordestina, minha mãe ficou viúva, com quatro filhos menores e teve que trabalhar dobrado, como faxineira, para criar a mim e meus irmãos. Ela

GUARULHOS COBRA BARREIRAS SANITÁRIAS NO AEROPORTO INTERNACIONAL

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DICA DE ATIVIDADES COM AS CRIANÇAS DURANTE A QUARENTENA 2021

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Vivemos um longo período de restrições, isolamento, angústia, distanciamento e noticias tristes. Nossas crianças estão há mais de um ano sem convívio social, grandes passeios, escola presencial, sem contato com os amigos, ou seja, muita coisa mudou na rotina e tudo isso não é difícil apenas para os mais velhos, para os pequenos também. Vamos brincar mais, inventar atividades inusitadas, pra quebrar essa rotina tensa que todos vivemos. Nossas crianças merecem um respiro diante de tudo isso. Hoje inventamos uma atividade inédita aqui em casa e compartilhamos com vocês. Quem quiser/puder compartilhar ideias conosco; agradecemos muito. Seguimos nos ajudando e pedindo a Deus que tudo isso passe logo. #SerColetivo #Empatia #SePuderFiqueEmCasa #ProtejaSe #Covid19 #VaiPassar #AoSairUseMáscara #Infância #Paternidade #Brincar #Filhos #DicasDeAtividades #ProfessorTiagoOrtaet

SE LIGA JUVENTUDE!

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DISCURSO DA INFECTOLOGISTA DRA. LUANA ARAÚJO NA CPI DA COVID19

  "Esta é uma discussão delirante, esdrúxula, anacrônica e contraproducente. Quando eu disse, há um ano atrás, que estávamos na vanguarda da estupidez mundial, eu infelizmente ainda mantenho isso em vários aspectos, por que nós ainda estamos aqui discutindo uma coisa que não tem cabimento. É como se estivéssemos escolhendo de qual borda da terra plana a gente vai pular. Não tem lógica" Dra. Luana Araújo - infectologista - em depoimento na CPI da Covid19 sobre o tratamento precoce com hidroxicloroquina e ivermectina praticado e apoiado pelo governo federal, mesmo com a comprovação científica do MUNDO INTEIRO de que são medicamentos que não tem eficácia contra a covid19.

FEIJOADA ORTAÉTICA GRATUITA PARA A COMUNIDADE

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  Nossa feijoada, nossa brasilidade, nossa humilde contribuição; nossa esperança por dias melhores. O olhar de gratidão, as palavras afetuosas de cada um, na fila do almoço, me ilumina, me completa e me transborda. Somos TODOS irmãos. GRATIDÃO imenso aos AMIGOS parceiros, que lado a lado, caminham pelo próximo. Que as comunidades do país inteiro tenham vez e voz; que vençamos a pandemia, a falta de trabalho e a falta de empatia desse país doente, que precisa renascer. Que cada mãe e pai de família, da comunidade, que encontra-se desempregado; possa arrumar um trabalho. Um adolescente me perguntou quanto custava o almoço, já mostrando umas moedas, numa das mãos. Eu respondi que o preço era que ele sempre corresse pelo caminho do bem. Ele sorriu e foi pegar o almoço. Eu vou ficar com esse sorriso como uma janela de oportunidades, de quem crê em dias melhores. Vamos apostar no progresso que os jovens da quebrada serão! COMIDA NO PRATO, VACINA NO BRAÇO E CONSCIÊNCIA DE CLASSE, HOJE E SEMPR

Casa Ortaética de Humanidades se consolida como importante projeto comunitário da Zona Norte

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Em 2003, numa escola pública da periferia da cidade, nascia um projeto teatral comunitário, a partir do sonho de um professor que queria proporcionar às crianças e jovens o primeiro contato com as artes. Assim nasceu o embrião, do que hoje é a Casa Ortaética de Humanidades, no bairro do Jardim Brasil. Em 2008 a Trupe Ortaética de Teatro Comunitário esteve sediada num centro de atendimento biopsicossocial na Avenida Guapira e por lá permaneceu por alguns anos. De lá pra cá, o grupo, liderado pelo professor Tiago Ortaet, se instalou também no CEU Jaçanã, num sindicato no centro de São Paulo e em centros comunitários de Guarulhos; sempre desenvolvendo projetos culturais, na perspectiva de democratização do acesso  às artes,  como desenvolvimento humano e social. Os integrantes do coletivo cultural sempre se envolvem com causas culturais da zona norte, como em projetos artísticos em várias agremiações carnavalescas da região; bem como em ações sociais. Em 2019 o projeto expandiu para a con

Nova poesia de Tiago Ortaet "COMUNICANTES" em homenagem aos jornalistas

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COMUNICANTES   Eu nasci pra te contar o que você precisa saber a qualquer hora do dia Eu-coletivo sou princípio ativo contra a tirania e pilar fundamental da democracia Somos meio, vitrine, caminho e mensagem Um fato pela lente, olhar de quem sabe e sente; um lugar que de repente vira reportagem Somos tantos crivos, vozes, gritos, amplificadores, dores-senhores, dores de um país de verdade, sem maquete e maquiagem... Das sonoras do dia a dia, dos discursos e disforia, somos a decupagem... Somos o chão da comunidade à passeata no final da tarde, somos “plantão pela cidade”. Correspondentes, relatos dos sobreviventes, bloco de anotações, frente à frente ou em multidões, lápis, caneta e gravações, na rua, no centro ou nos rincões, no agora ou no verbo conjugado, no trânsito, na notícia de última hora ou naquele cabo plugado... Somos faro dessa obsessão intermitente pela informação Da prensa de Gutemberg ao jornalismo de opinião como a ponta de um iceberg que se vê na p

O DILEMA DO CONTROLE - novo artigo

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  O DILEMA DO CONTROLE A transformação tecnológica no mundo pode ser colocada em um novo patamar com a democratização do acesso à internet nos últimos 10 ou 15 anos. Se há décadas atrás qualquer pai de família se sentia o supra sumo da independência por ter nas mãos o controle remoto da televisão, hoje em dia esse mesmo patriarca tem no bolso de sua calça o portal para o mundo, a facilidade para a vida contemporânea, a comodidade de ter um carro à disposição num único click, mas ao mesmo tempo, tem também uma enxurrada de movimentos virtuais que repensam inclusive o papel de uma sociedade patriarcal em plena desconstrução, vozes das minorias em ressonância contra padrões de sociedade e sobretudo está ali o apogeu da exposição midiática de sua família. Entre outras palavras esse cidadão pode ter na palma de suas mãos uma contraditória relação de independência: tem controle de tudo pelas redes sociais, mas não é capaz de controlar quantas horas a filha adolescente fica diante da te

MOVIMENTO APETITE #02

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BOM SENSO DEVERIA VENDER EM FARMÁCIA

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A racionalidade tá perdendo de goleada para a estupidez. Hoje em dia existe um tipo de “cidadão” que acha muito autêntico afrontar medidas sanitárias, eles se perderam no ópio de sua ignorância vaidosa. Estão num patamar acima da falta de saber, pois sabem; mas não aceitam a realidade e chamam isso de opinião. É como se um prédio estivesse pegando fogo e você gritasse assim “largue esse barril de querosene por que você pode explodir tudo e todos e aumentar a catástrofe” e ouvisse desse ser de nariz empinado “respeite a minha opinião. É meu direito usar o que eu quiser pra limpar meu apartamento” claro que ele pode limpar seu lar com o que desejar; só não diante desse contexto.  Nessa nação pandêmica que vivemos parece que sempre há espaços para delírios raivosos, não importa o quão grave esteja a situação.  Jovens brindando, aglomerados, vezes mil, só aumentam a catástrofe diante de um descaso que tem cara de Brasil. Aí eu me pergunto: "Esses jovens não tem país e mães