EU E A POLÍTICA

por - 06 agosto

Eu sempre gostei de política, mas nunca ninguém me ensinou a gostar, é uma questão interior e de consciência, por entender que é através da política que se pode mudar os rumos de um país. Minha mãe diz que puxei pro meu falecido avô José Alves, mesmo não tendo contato com ele, que há mais de 70 anos atrás no sertão de Caruaru Pernambuco sempre se envolvia com política, numa época de um Brasil rude, (não muito diferente do atual) aquele senhor sempre fazia questão de mostrar a todos a sua escolha e o porquê dela. Essa identidade que tenho com a política talvez esteja no meu DNA. Lembro-me de um fato político muito marcante na minha infância, quando no dia 02 de Outubro de 1992, na saída da escola eu corri pra casa pra acompanhar o processo de impeachment do ex-presidente Collor, evidentemente na ingenuidade de criança eu não entendia muito o que estava acontecendo, tentava entender, mas sabia que era algo muito importante daquela época. Desde a adolescência sempre fui audiência dos horários eleitorais gratuitos no rádio e na TV, gosto de analisar TODOS os candidatos, reconhecer seus pontos fortes, seus pontos fracos e ler cada biografia. Sempre li planos de governo e propostas de diferentes candidatos, mesmo com todo esse envolvimento pessoal com política, tinha aversão à partidos políticos. Demorei cerca de 30 anos para me identificar com algum partido e sou feliz pela minha escolha, não por que o partido que sou filiado seja perfeito, isso não existe, mas por ter uma história de lutas por políticas públicas, ter tomadas de decisões em importantes momentos da história do Brasil e muitos homens e mulheres honrados na missão de servir à sociedade e não se servir dela. Márcio França é um desses homens, de lealdade e de trabalho; tem sensibilidade para o trato público.




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