OS PROTESTOS NO CHILE E OS CONFLITOS ATUAIS NA AMÉRICA LATINA VIA INSTITUTO UPDATE

por - 25 outubro

Chile A reação dos estudantes chilenos ao aumento das passagens de metrô em Santiago foi o primeiro ato de uma série protestos, os maiores da história do Chile em décadas. A população se somou às manifestações, estendidas por todo o território, contra a precarização da vida no país. Supermercados foram saqueados e queimados, estações de metrô destruídas. A resposta imediata do presidente, Sebastián Piñera, foi decretar guerra: militares nas ruas, toque de recolher e restrição da liberdade de movimento e reunião. Até agora são 15 mortos segundo registros oficiais do governo, mais de 1800 detidos e 260 feridos, segundo os dados atualizados em tempo real pelas redes do Instituto Nacional de Direitos Humanos do Chile. Em pronunciamento ao vivo na noite de ontem (22), Piñera pediu perdão e anunciou medidas sociais para tentar resolver a crise e as greves gerais desta quarta-feira. O Observatório de Políticas Econômicas chileno explica porque as propostas do governo não são suficientes. 

Este vídeo, produzido por comunicadores chilenos, explica como o “Oásis da democracia estável latino-americana” chegou a “Guerra”. Este Podcast especial do meio chileno TheClinic narra os bastidores dos protestos.

Quem paga pelo “modelo chileno”? O abismo entre o desenvolvimento social e econômico e o papel dos atores políticos.

As semelhanças com os protestos de 2013 no Brasil em uma sequência no Twitter.

Desimaginação Política é a lógica de centralização do poder em sociedades fragmentadas. Autoritarismo e desigualdades são os pilares desse conceito, que é fundamental para entendermos o que está acontecendo na região. Mergulhamos nesse contexto para a pesquisa Emergência Política América Latina. Conheça mais na pesquisa.

Bolívia Evo Morales foi eleito pela quarta vez presidente da Bolívia, segundo a contagem de votos interrompida na noite deste domingo (20) pelo Tribunal Eleitoral boliviano. Protestos contra a vitória do atual presidente e o processo de apuração se espalharam pelo país. Até agora pelo menos 27 pessoas foram detidas.
Equador Os 11 dias das manifestações que pararam o país, pela Agência Pública.

VEJA TAMBÉM

0 comentários